Dicas para cuidar da sua saúde mental morando em grandes cidades

Morar em grandes cidades, nem sempre é a melhor coisa do mundo para nossa saúde mental, nesse post nós vamos te dar 3 dicas pra ficar bem longe da ansiedade e depressão que assombram as regiões mais movimentadas.

Um grande centro como São Paulo, Rio de Janeiro ou Minas Gerais, detém a maior parte das oportunidades de emprego, estudos e crescimento que um uma pessoa pode ter e por isso muita gente busca oportunidade nesses lugares.

Isso pode ser muito bom pra quem vem de fora e está em busca de crescimento profissional e pessoal, pois as coisas realmente acontecem nesses lugares.

Mas será que só de coisas boas está cercado o estilo de vida de alguém que mora em uma metrópole?

Segundo especialistas, um indivíduo que mora em uma região metropolitana e que enfrente um alto nível de stress no dia-a-dia, seja no trabalho ou até mesmo no trânsito, tem até 70% mais chance de apresentar casos de ansiedade e depressão.

Mas como todo problema tem uma solução, vamos a algumas dicas:

  • Adote hábitos saudáveis:

Pode parecer clichê, mas adotar hábitos saudáveis é essencial para manter a sua saúde emocional em dia. Essa tarefa não é nada fácil morando em uma cidade que tem redes de fast-food a cada esquina.

Quer uma dica? 

Comece aos poucos tomando ao menos 3 litros de água diariamente, mantendo uma dieta balanceada e dormindo ao menos 8 horas por noite.

Pode ter certeza que isso irá influenciar diretamente o seu estado de espirito.

  • A vida não é uma corrida:

Você não precisa se cobrar tanto, a vida não é uma corrida em que você deve estar sempre em 1º lugar, entenda que você está exatamente onde deveria estar e que tudo na vida tem seu tempo.

  • Cuidado com as redes sociais:

Sabe aquele baixo astral que nós sentimos as vezes e não sabemos de onde está vindo? O nosso vício nas redes sociais pode ser o causador desse problema De acordo com um estudo recente, o instagram foi considerado a rede social mais nociva à saúde mental.

O medo de não estar nos padrões impostos pela sociedade e o impacto nas horas de sono são os principais fatores citados pelos entrevistados.

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